A Ressurreição do mundo

 

"Enviai, Senhor, o vosso Espírito e 
renovareis a face da terra"

Sempre rezamos: “Enviai, Senhor, o vosso Espírito e renovareis a face da terra”. Normalmente ficamos no aspecto espiritual. O homem, na linguagem da Escritura e mesmo de mitos, foi feito do barro ao qual foi dada a inteligência e a alma espiritual. O ser humano é um todo.

A matéria, mesmo perecível, é animada por uma alma que lhe dá sentido e consistência vital. Graças a Deus, a partir do crescente respeito ao ser humano, também a natureza foi beneficiada. Temos o sentido da preservação da natureza como condição de vida para as pessoas.

Mas há uma dimensão espiritual que pode fundamentar melhor este cuidado. São Paulo nos ensina na carta aos Romanos sobre a vida do Espírito em nós e na natureza: “A criação em expectativa anseia pela revelação dos filhos de Deus. De fato, a criação foi submetida à vaidade – não por seu querer, mas por vontade daquele que a submeteu – na esperança de ela também ser libertada da escravidão da corrupção para entrar na liberdade da glória dos filhos de Deus.” (Rm 8,19-22).

A Ressurreição de Jesus e nossa ressurreição, pelo dom do Espírito, são a base da ecologia que é também espiritual. Por isso podemos dizer que uma vida espiritual só será coerente se preservar também os bens na natureza. O pecado que desequilibra a pessoa tem ressonância na natureza.

Quando a Bíblia, ao narrar a criação do homem, diz: “Sede fecundos e multiplicai-vos, enchei a terra e submetei-a” (Gn 1,28). O sentido é dominação para não ter a terra como um deus. Mas podemos entender um lado positivo de cuidar da terra, como lemos mais adiante: “Deus tomou o homem e o colocou no jardim de Éden para cultivá-lo e guardá-lo” (Gn 2,15).

A natureza caminho para Deus

Quando se fala de espiritualidade, há uma tendência de sair da realidade, até com desprezo da natureza, inclusive a humana. Isso contradiz o ensinamento da Escritura que criou tudo na unidade. Essa unidade chega ao máximo na pessoa de Jesus que é Homem-Deus.

 

A natureza é caminho para Deus. Por ela podemos compreender o amor criador do Pai e força redentora da Ressurreição.

A Divindade se uniu à matéria. Esta matéria participa de sua Ressurreição e está glorificada Nele. Por isso, a natureza é caminho para Deus. Por ela podemos compreender o amor criador do Pai e força redentora da Ressurreição.

A Palavra ensina: “Os céus cantam a glória de Deus e o firmamento anuncia a obra de suas mãos” ( ). S. Bernardo dizia que aprendera mais nas plantas do que nos livros. Rezamos nos salmos o quanto as belezas da natureza são motivo de louvor a Deus. No hino das criaturas damos voz a todo o Universo para o louvor a Deus: “Obras do Senhor, bendizei o Senhor….” (Dn 3,57ss).

No salmo 64, depois de louvar a ação de Deus na natureza, explode em grito que resume tudo: “Tudo canta e grita de alegria” (Sl 64,14). A espiritualidade sem a união ao outro e à natureza é “um sino que toca e um címbalo que retine” (1Cor 13,1).

Por causa do homem

O ser humano, como natureza, está unido ao Universo. Com a Ressurreição de Jesus o universo iniciou sua renovação. Ressuscitar com Jesus é integrar-se sempre mais no cuidado do mundo que nos foi confiado. O respeito, promoção e integração da pessoa na vida digna leva consigo a natureza.

Se por causa do pecado do homem a natureza sofre, mesmo que não saibamos explicar, viver na graça é sua redenção. Na Eucaristia a natureza que chora e geme em dores de parto (Rm 8,22), enxuga suas lágrimas e oferece a Deus o pão e o vinho, Corpo e Sangue do Senhor, que são sua ressurreição. Somos chamados a dar ao mundo e a todas as pessoas o direito de amar a Deus

 

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A Paróquia Nossa Senhora do Perpétuo Socorro convida toda a comunidade para participar da Semana Santa.

Confira a programação e viva verdadeiramente uma semana Santa.

Paz e Bem!

 

 

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Vivemos com a Igreja três domingos correspondentes a temas muito caros à vida cristã, em vista da celebração dos Sacramentos de Iniciação, prevista para a Vigília Pascal. As pessoas que serão batizadas na Páscoa estarão diante de Jesus Cristo, aquele que oferece a Água Viva, Jesus, Luz do Mundo, o mesmo que se revela Ressurreição e Vida, quando se dirige a Betânia, casa de seus queridos amigos Lázaro, Maria e Marta (Jo 11, 1-45). Betânia foi um lugar de experiências muito felizes e profundas de Jesus com seus discípulos. Tudo indica que era uma casa em que se sentiam à vontade, espaço de intimidade e liberdade. Podemos imaginar a visita feita por Jesus, quando a Marta pressurosa até reclama por sua irmã de dedicar tanto à escuta do Mestre, ou os diálogos em torno de uma mesa de almoço.

Jesus fizera voltar à vida a filha de Jairo e o filho único da viúva de Naim. Mas agora, trata-se de um amigo pessoal, com quem certamente terá partilhado confidências. É neste clima de intimidade, no qual se envolviam as duas irmãs de Lázaro, que acontece a revelação de Jesus como Ressurreição e Vida. Jesus mostra quem ele é e realiza o milagre do retorno à vida desta terra de seu amigo Lázaro. Certamente a compreensão dos Sacramentos e da presença salvífica de Jesus na vida dos cristãos pode acontecer também em ambientes de convivência fraterna e amiga a que somos convidados.

 

"Sinais da vida que vence a morte estão espalhados por toda parte. Em Jesus, Senhor e Salvador, identificamos a cura das enfermidades, o controle das forças da natureza e a vitória na luta renhida contra o demônio". 

Sinais da vida que vence a morte estão espalhados por toda parte. Em Jesus, Senhor e Salvador, identificamos a cura das enfermidades, o controle das forças da natureza e a vitória na luta renhida contra o demônio. Os sete sinais relatados pelo Evangelho de São João, que assim chama os milagres, passam por diversas situações humanas, dando-nos uma visão do alcance da ação do Senhor. Água se transforma em vinho, nas Bodas de Caná (Jo 2,1-12); o filho de um funcionário real é curado também em Caná (Jo 4, 46-54); um homem doente havia trinta e oito anos é curado por Jesus (Jo 5, 1-18); Cinco pães e dois peixinhos são multiplicados para uma multidão (Jo 6, 1-15); Jesus caminha sobre o mar da Galileia (Jo 6, 16-21); Um cego de nascença recupera a vista (Jo 9, 1-41). O sétimo sinal anuncia a própria Ressurreição de Jesus. Lázaro, que volta à vida, representa o homem renascido pela fé em Jesus Cristo. Muita gente acompanha, além de Marta, Maria e os Discípulos, o que Jesus fez. Também a mudança profunda que acontece na vida do cristão é acompanhada pela Comunidade, que o apoia e sustenta. A morte já está vencida, pela vitória de Jesus Cristo. O tempo novo se inaugura quando Jesus se afirma Ressurreição e Vida.

Para chegar à profunda profissão de fé, feita por Marta, irmã de Lázaro, houve um caminho percorrido pelas pessoas envolvidas nos fatos. Daí recolhemos alguns ensinamentos preciosos. A amizade foi ponto de partida para um relacionamento profundo estabelecido entre a família, Jesus e seus discípulos. Nosso encontro com o Senhor pode também partir de coisas simples, de diálogos em que a vida, o serviço, os dramas familiares, as questões ligadas ao trabalho, ou o simples bate-papo pode ser início do aprofundamento do sentido da vida, para sermos então conduzidos ao Senhor. Não se jogue fora qualquer oportunidade para lançar sobre pessoas e fatos a luz do Evangelho, para chegar à confissão de Jesus como Ressurreição e Vida.

As notícias correm! Jesus ficou sabendo da situação de Lázaro, com o qual tinha um relacionamento sincero e profundo. O Senhor sabe que a glória de Deus se manifestará. Vive cada momento com dignidade e seriedade, sem precipitações, sabendo a hora de tomar as decisões. Seus discípulos de ontem e de hoje aprendem com o Mestre o caminho do discernimento, fundamental para que os acontecimentos não se precipitem. Hão de repetir muitas vezes, com o Tomé da decisão, mais do que o homem da dúvida: “Vamos também nós, para morrermos com ele” (Jo 11,16). Será uma história muitas vezes tensa, cheia de crises, idas e vindas, quedas e soerguimento. É muito bom fazer esta estrada, sabendo que nunca estaremos sozinhos para chegar à Ressurreição e à Vida.

Chegados com Jesus e seus discípulos a Betânia, nós também estamos em casa de pobres, o que significa este nome. Recolhemos todo o luto e o drama que significa a morte, sejam quais forem as circunstâncias. Os costumes da época, com carpideiras a clamar, ou mesmo os velórios de todos os tipos de nosso tempo, enfeitados ou maquiados, ou quem sabe os fornos crematórios postos em moda, mas morte é morte! Um dia, seremos desafiados a chamá-la irmã, com São Francisco, ou nos tornarmos os mais dignos de dó (Cf. I Cor 15, 12-26), por sermos homens e mulheres sem esperança. O cristão entra de cabeça e coração nas situações humanas, não usa subterfúgios para explicá-las, gosta da verdade e as enfrenta com honestidade. Choro e lágrimas não fazem mal a ninguém! O que faz mal é enrolar a nós mesmos e aos outros. Nesta estrada da verdade, chegaremos à Ressurreição e à vida plena.

 

"Nosso encontro com o Senhor pode também partir de coisas simples, de diálogos em que a vida, o serviço, os dramas familiares, as questões ligadas ao trabalho, ou o simples bate-papo pode ser início do aprofundamento do sentido da vida..."

O Evangelho de São João nos conduz pelas mãos, para aprender de Jesus. Ele consola as duas irmãs, ouve seus lamentos, chora com elas, provoca a profissão de fé, que precede o milagre! Jesus identifica em Marta a fé na ressurreição e a conduz a professar sua fé atualizada naquele que é Ressurreição e Vida. Queremos também nós recolher as sementes da fé que são o fruto da graça recebida no Batismo, tantas vezes guardada e não praticada. Mas ela está dentro de cada homem e de cada mulher que recebeu o Sacramento. Nasce um convite renovado a tantas pessoas que se esqueceram, por muitos e variados motivos, da graça recebida. Pode ser esta a hora da graça, nesta Quaresma e na Páscoa que se aproxima, para a reconciliação com Deus e com a Igreja. Nosso convite toque na liberdade de cada pessoa, antes de prometermos coisas extraordinárias, até porque o mais extraordinário já aconteceu na Páscoa daquele que é Ressurreição e Vida.

Jesus é Mestre, Catequista, Senhor e Irmão! Duas vezes chorou, comovendo-se interiormente. Deus, sim, mas Homem verdadeiro, com sensibilidade apurada. Vamos com Ele a todos os sepulcros! Mesmo diante das situações nas quais a morte do corpo e da alma dá sinais de putrefação – “Já cheira mal, é o quarto dia” (Jo 11, 39), soa a hora da esperança. Não há pedra de sepulcro ou sentença de condenação que resistam àquele que é Ressurreição e Vida. Chegue a todos os ouvidos o convite: “O Mestre está aqui e te chama” (Jo 11, 28). Que o Senhor ressuscitado grite a todos os homens e mulheres que saiam de sua inércia e se deixem desamarrar pela ação da Igreja, para conhecerem aquele que é a Ressurreição e a Vida.
Os sinais da Páscoa de Cristo se multipliquem, para que nos abramos à sua graça. O oitavo sinal está à disposição! É a Eucaristia de cada Domingo, onde se encontra aquele que é Ressurreição e Vida.

Vivemos com a Igreja três domingos correspondentes a temas muito caros à vida cristã, em vista da celebração dos Sacramentos de Iniciação, prevista para a Vigília Pascal. As pessoas que serão batizadas na Páscoa estarão diante de Jesus Cristo, aquele que oferece a Água Viva, Jesus, Luz do Mundo, o mesmo que se revela Ressurreição e Vida, quando se dirige a Betânia, casa de seus queridos amigos Lázaro, Maria e Marta (Jo 11, 1-45). Betânia foi um lugar de experiências muito felizes e profundas de Jesus com seus discípulos. Tudo indica que era uma casa em que se sentiam à vontade, espaço de intimidade e liberdade. Podemos imaginar a visita feita por Jesus, quando a Marta pressurosa até reclama por sua irmã de dedicar tanto à escuta do Mestre, ou os diálogos em torno de uma mesa de almoço. 

Jesus fizera voltar à vida a filha de Jairo e o filho único da viúva de Naim. Mas agora, trata-se de um amigo pessoal, com quem certamente terá partilhado confidências. É neste clima de intimidade, no qual se envolviam as duas irmãs de Lázaro, que acontece a revelação de Jesus como Ressurreição e Vida. Jesus mostra quem ele é e realiza o milagre do retorno à vida desta terra de seu amigo Lázaro. Certamente a compreensão dos Sacramentos e da presença salvífica de Jesus na vida dos cristãos pode acontecer também em ambientes de convivência fraterna e amiga a que somos convidados.

Sinais da vida que vence a morte estão espalhados por toda parte. Em Jesus, Senhor e Salvador, identificamos a cura das enfermidades, o controle das forças da natureza e a vitória na luta renhida contra o demônio. Os sete sinais relatados pelo Evangelho de São João, que assim chama os milagres, passam por diversas situações humanas, dando-nos uma visão do alcance da ação do Senhor. Água se transforma em vinho, nas Bodas de Caná (Jo 2,1-12); o filho de um funcionário real é curado também em Caná (Jo 4, 46-54); um homem doente havia trinta e oito anos é curado por Jesus (Jo 5, 1-18); Cinco pães e dois peixinhos são multiplicados para uma multidão (Jo 6, 1-15); Jesus caminha sobre o mar da Galileia (Jo 6, 16-21); Um cego de nascença recupera a vista (Jo 9, 1-41). O sétimo sinal anuncia a própria Ressurreição de Jesus. Lázaro, que volta à vida, representa o homem renascido pela fé em Jesus Cristo. Muita gente acompanha, além de Marta, Maria e os Discípulos, o que Jesus fez. Também a mudança profunda que acontece na vida do cristão é acompanhada pela Comunidade, que o apoia e sustenta. A morte já está vencida, pela vitória de Jesus Cristo. O tempo novo se inaugura quando Jesus se afirma Ressurreição e Vida.

Para chegar à profunda profissão de fé, feita por Marta, irmã de Lázaro, houve um caminho percorrido pelas pessoas envolvidas nos fatos. Daí recolhemos alguns ensinamentos preciosos. A amizade foi ponto de partida para um relacionamento profundo estabelecido entre a família, Jesus e seus discípulos. Nosso encontro com o Senhor pode também partir de coisas simples, de diálogos em que a vida, o serviço, os dramas familiares, as questões ligadas ao trabalho, ou o simples bate-papo pode ser início do aprofundamento do sentido da vida, para sermos então conduzidos ao Senhor. Não se jogue fora qualquer oportunidade para lançar sobre pessoas e fatos a luz do Evangelho, para chegar à confissão de Jesus como Ressurreição e Vida.

As notícias correm! Jesus ficou sabendo da situação de Lázaro, com o qual tinha um relacionamento sincero e profundo. O Senhor sabe que a glória de Deus se manifestará. Vive cada momento com dignidade e seriedade, sem precipitações, sabendo a hora de tomar as decisões. Seus discípulos de ontem e de hoje aprendem com o Mestre o caminho do discernimento, fundamental para que os acontecimentos não se precipitem. Hão de repetir muitas vezes, com o Tomé da decisão, mais do que o homem da dúvida: “Vamos também nós, para morrermos com ele” (Jo 11,16). Será uma história muitas vezes tensa, cheia de crises, idas e vindas, quedas e soerguimento. É muito bom fazer esta estrada, sabendo que nunca estaremos sozinhos para chegar à Ressurreição e à Vida.

Chegados com Jesus e seus discípulos a Betânia, nós também estamos em casa de pobres, o que significa este nome. Recolhemos todo o luto e o drama que significa a morte, sejam quais forem as circunstâncias. Os costumes da época, com carpideiras a clamar, ou mesmo os velórios de todos os tipos de nosso tempo, enfeitados ou maquiados, ou quem sabe os fornos crematórios postos em moda, mas morte é morte! Um dia, seremos desafiados a chamá-la irmã, com São Francisco, ou nos tornarmos os mais dignos de dó (Cf. I Cor 15, 12-26), por sermos homens e mulheres sem esperança. O cristão entra de cabeça e coração nas situações humanas, não usa subterfúgios para explicá-las, gosta da verdade e as enfrenta com honestidade. Choro e lágrimas não fazem mal a ninguém! O que faz mal é enrolar a nós mesmos e aos outros. Nesta estrada da verdade, chegaremos à Ressurreição e à vida plena.

 

"Jesus é Mestre, Catequista, Senhor e Irmão! Duas vezes chorou, comovendo-se interiormente. Deus, sim, mas Homem verdadeiro, com sensibilidade apurada. Vamos com Ele a todos os sepulcros!" 

O Evangelho de São João nos conduz pelas mãos, para aprender de Jesus. Ele consola as duas irmãs, ouve seus lamentos, chora com elas, provoca a profissão de fé, que precede o milagre! Jesus identifica em Marta a fé na ressurreição e a conduz a professar sua fé atualizada naquele que é Ressurreição e Vida. Queremos também nós recolher as sementes da fé que são o fruto da graça recebida no Batismo, tantas vezes guardada e não praticada. Mas ela está dentro de cada homem e de cada mulher que recebeu o Sacramento. Nasce um convite renovado a tantas pessoas que se esqueceram, por muitos e variados motivos, da graça recebida. Pode ser esta a hora da graça, nesta Quaresma e na Páscoa que se aproxima, para a reconciliação com Deus e com a Igreja. Nosso convite toque na liberdade de cada pessoa, antes de prometermos coisas extraordinárias, até porque o mais extraordinário já aconteceu na Páscoa daquele que é Ressurreição e Vida.

Jesus é Mestre, Catequista, Senhor e Irmão! Duas vezes chorou, comovendo-se interiormente. Deus, sim, mas Homem verdadeiro, com sensibilidade apurada. Vamos com Ele a todos os sepulcros! Mesmo diante das situações nas quais a morte do corpo e da alma dá sinais de putrefação – “Já cheira mal, é o quarto dia” (Jo 11, 39), soa a hora da esperança. Não há pedra de sepulcro ou sentença de condenação que resistam àquele que é Ressurreição e Vida. Chegue a todos os ouvidos o convite: “O Mestre está aqui e te chama” (Jo 11, 28). Que o Senhor ressuscitado grite a todos os homens e mulheres que saiam de sua inércia e se deixem desamarrar pela ação da Igreja, para conhecerem aquele que é a Ressurreição e a Vida.

Os sinais da Páscoa de Cristo se multipliquem, para que nos abramos à sua graça. O oitavo sinal está à disposição! É a Eucaristia de cada Domingo, onde se encontra aquele que é Ressurreição e Vida.

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